Na ponta da língua
Há momentos que nos ficam! Desta vez puxei para fora e soprei o pó a quatro recordações que guardava dentro do meu bau de memórias. São elas quatro respostas fulminantes que ocupam ae exequo a pole posicion das melhores de sempre. Obviamente, para quem ler estas linhas e não vivenciou a situação, poderá passar desapercebido o impacto da boca mas, como escrevo para mim próprio, não me interessa absolutamente nada. A primeira; situo-a nos tempos em que o clã vendia aos Sábados na Feira da Ladra para depois, pela tarde fora, ir estoirar os proveitos na Feira Popular a andar de Montanha Russa e a comer farturas até à morte. Final da manhã e arrumadas as tralhas não alienadas às costas, Paulinho, Jacinto, e eu preparamo-nos para regressar a casa. Sentado no chão e encostado ao gradeamento fica ainda o Zé "Tomate" com esperança de umas vendas de última hora. Atrás dele, a namorada massaja-lhe amorosamente os ombros. Jacinto “O Cergal”, com a calça a fugir-lhe do cu, passa por el...